Luigi Romano
Terminamos o chá e Diana parecia bem calma. O problema é que ela sempre parecia calma. Diferente dela, eu estava tenso, inquieto e insatisfeito com a ideia de que estaria viajando para Roma, quando ela estaria voltando para Berna.
Ela levanta da cadeira e segue em direção a porta, então se apoia na parede e por pouco não cai. Eu a seguro nos braços antes que caia. Matteo e nona se aproximam.
_ Diana? – Eu a chamo e ela está pálida.
_ Eu estou bem – Ela fala com os olhos fechados.
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