O arrastar da cadeira pelo chão de concreto ecoou pelo cativeiro como um aviso.
Débora não levantou o olhar imediatamente.
Deixou o som morrer.
Deixou o silêncio voltar a ocupar o espaço.
Só então ergueu os olhos, devagar, como se estivesse mais entediada do que preocupada.
Valentino já estava ali.
De pé.
Imóvel.
Observando.
Sempre observando.
Aquilo, mais do que qualquer outra coisa, era o que mais a irritava.
— Você realmente não enjoa dessa pose de vilão silencioso? — murmurou ela, a voz rou