A noite estava úmida, e a cidade parecia respirar devagar, como se estivesse guardando segredos que não ousava contar em voz alta.
O estacionamento vazio de um supermercado fechado refletia a luz amarelada de um único poste tremulante. O asfalto ainda estava levemente molhado da chuva fina que caíra mais cedo, e o cheiro de concreto úmido misturava-se ao silêncio quase absoluto do lugar.
Um carro preto estava parado sob a lâmpada instável.