A manhã nasceu pesada para Cristian, como se o sol tivesse decidido se esconder atrás de uma nuvem de vergonha. Ele acordou antes do despertador, encarando o teto branco do apartamento, revivendo cada segundo da noite na casa de praia. O gosto do beijo ainda parecia preso na boca, doce e ardente ao mesmo tempo, e a lembrança das lágrimas de Rayana vinha logo depois, como uma onda fria quebrando sobre tudo.
Ele passou a mão no rosto, sentindo a barba por fazer, e soltou um suspiro longo. Não