A lua sorri, continuando o que começou. Aren e Enril gritam a plenos pulmões, sentindo como se ela os estivesse partindo em dois. Lágrimas grossas rolam por suas bochechas, sem parar. Quando a extração é concluída, seus filhos desmaiam, enquanto a antiga Lua segura as almas dos Arcontes em suas mãos trêmulas, emitindo uma luz suave e brilhante. Sua expressão reflete uma mistura de dor e resignação, mas também de determinação.
—Perdoe-me, meus filhos, perdoe-me— ela murmura, —é a única maneira