Na manhã seguinte, Isla apareceu na padaria.
Era a primeira vez que ia lá desde a noite em que fugira. A fachada modesta, o toldo verde, a montra onde Kai expunha os pães como obras de arte. O cheiro de fermento e açúcar queimado que saía pela porta entreaberta e envolvia a rua como um abraço.
Ela parou na entrada. O coração martelava.
"Vais ficar aí parada o dia todo, ou vais entrar?" A voz de Kai veio do interior, abafada mas divertida.
Isla empurrou a porta. A campainha tilintou.
Kai estava