Clark não atendeu o telefone.
Liguei cinco vezes. Seis. Sete. Todas caíram na caixa postal. A última mensagem que deixei foi curta, desesperada:
— Clark, por favor, me atende. Eu só quero explicar.
Silêncio.
Peguei o carro e fui direto para a mansão. O porteiro disse que ele não tinha voltado. Fui para a empresa. A secretária disse que ele não tinha aparecido.
Ele tinha sumido.
E eu não sabia onde procurar.
— Senhora Iza? — Amélia apareceu na porta da sala. — O senhor Clark pediu para entregar i