ALINA
— T-tá bom… — respondo baixinho, ajudando Gregorio a se deitar na cama. Ele solta um leve gemido, como se cada movimento queimasse.
Mas pelo menos… ele tá aqui. Vivo.
A sensação de alívio é tão forte que mal consigo respirar. Parece que um peso enorme foi arrancado de mim.
Caminho até o armário e pego uma calça de moletom cinza, bem confortável, pra ele dormir.
Sento ao lado dele, e minhas mãos encontram o cinto. Solto devagar, deslizando ele pela calça até colocar de lado. Depois de