“Cala essa boca!”
“Não, por favor! Não faz isso comigo. Eu imploro! Tenha piedade!”
“Se não parar de se mexer, vou ter que te imobilizar.”
“Não, por favor! Eu não quero isso. ALGUÉM ME AJUDA!”
“Ninguém pode te ouvir, meu amor. Estamos sozinhos. Se obedecer, eu enfio devagar.”
“NÃO! SOCORRO, POR FAVOR!”
Fim do sonho.
Acordo no meio da noite, suando frio, o coração disparado.
Sento na cama num pulo, ofegante, e olho ao redor meus olhos encontram Gregorio, dormindo profundamente.
Sinto vo