O quarto voltou a mergulhar em um silêncio sufocante.
Lucca já não escutava mais ninguém. As vozes ao redor haviam se tornado um ruído distante, abafado pela única coisa que realmente importava naquele momento.
Kiara.
Ela permanecia imóvel em seus braços. O rosto, que sempre parecia ganhar vida quando sorria, agora estava assustadoramente pálido. Os longos cabelos ruivos escorriam por seu antebraço até quase tocar o chão de madeira, enquanto uma das mãos permanecia caída ao lado do corpo,