Benício trabalhava com o pensamento nela, fechava os olhos e ainda podia sentir o cheiro, o sabor dos seus beijos e as juras de amor que fizeram...ele sorria sozinho pensando em tudo o que havia vivido naquela noite.
Carmem levou o colar para Sandra, ela ia saber o que fazer com aquilo.
– Aqui está, nos custou muito conseguir tirar isso dele.
– Eu imagino Carmem.
– E o que vai fazer? Queimar?
– De jeito nenhum, as vezes o gênio deve permanecer preso na garrafa. Pode deixar que eu darei um jeito