Passei os dedos pelo colarinho da camisa social dele enquanto perguntava baixinho:
— E como vamos sair dessa sala agora sem ninguém perceber?
Christopher soltou uma risada nasalada.
— Eu sou o dono da empresa. Posso sobreviver a alguns olhares curiosos.
— Eu não.
Ele me olhou por alguns segundos.
Daqueles olhares demorados demais.
Profundos demais.
— Maia…
A voz dele saiu mais baixa.
Mais séria.
— Eu vou cuidar de você.
Meu coração tropeçou dentro do peito.
Porque uma parte de mim começou a acr