Entrei na livraria às pressas. O ar me faltava e eu tentava controlar toda minha raiva junto à respiração descompassada.
Melissa me olhou com a expressão assustada e disse meu nome sem que o som saísse de sua boca. Ela deixou seu balcão o mais rápido que conseguiu para ir até mim.
— O que aconteceu com você? — perguntou, mas eu não sabia como responder.
Não queria chorar mais, nem me preocupar com meu pai. Mas era impossível. Eu era sua filha e, querendo ou não me preocupar fazia parte disso.
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