— London — a voz penetrou meus ouvidos puxando-me dos sonhos para a realidade. — Querida, acorde.
Meus olhos se abriram encontrando um ambiente totalmente escuro. A figura grande estava inclinada sobre mim parecendo um tanto inquieta.
— Não se assuste e me desculpe por invadir seu quarto.
Reconheci sua voz, mesmo que meus sentidos ainda estivesse tentando acordar.
Apoiei o peso do corpo nos cotovelos, para poder vê-lo melhor a meia luz da lua que invadia o quarto pela janela.
— Jonathan? O que.