Estacionei na frente do orfanato, e a garota desceu, o lugar tinha um portão grande e grades bem altas, um belo jardim e uma casa ao fundo, típica daqueles filmes de terror, me senti mal por ela morar ali. Notando que eu estava reparando no lugar, Emilly sorriu e disse:
— Não é tão assustador quanto parece.
— Se aparecer algum fantasma, você me liga. — A garota sorriu e acenou, se despedindo antes de entrar no orfanato.
Dei partida no carro e segui meu caminho para casa, o som ainda estava liga