Mundo ficciónIniciar sesiónUm casal. Um acidente. Dois culpados! O acidente fez com que Andrew esquecesse seu passado, e todo esforço para lembrar foi em vão. Quando resolveu começar uma nova vida sem qualquer ligação com o passado, uma misteriosa mulher o abordou em uma noite de segunda-feira. Ela apareceu repentinamente, dançando de forma estranha e extremamente sensual, como uma odalisca. Seus movimentos o hipnotizavam, e sem perceber ele já estava entrelaçado a ela de uma forma sobrenatural. Durante esses encontros ela conta histórias e, ao final da noite, ela sempre diz: “esse é o nosso segredo!”
Leer másSubi para o quarto, tudo do jeito que eu deixei, com as fotos da minha garota ao lado da cama e uma foto nossa na cabeceira, minha escrivaninha bagunçada e algumas roupas pelo chão, fazia alguns meses que não vinha aqui por causa do coma e da recuperação e mesmo assim meu pai não entrou no meu quarto, era grato a ela por isso. Tomei um banho rápido, pois ao ver minha cama senti uma tremenda vontade dormir, deitei e me acomodei melhor entre as cobertas, não demorou muito para que eu pegasse no sono. Na manhã seguinte, eu estava renovado e decidido a fazer uma surpresa para minha garota quando ela acordasse, mas estava mais decidido ainda a fazer com que ela acordasse logo para ver essa surpresa. Vesti uma roupa confortável e desci para comer alguma coisa, meu pai estava sentado na mesa mexendo no celular e, quando me viu, sorriu.— Bom dia, filho. Descansou bem? — Bebericou seu café.— Descansei, eu acho — falei ao tomar meu lugar próximo a ele.— Sonho ruim? — perguntou.— Sonhei co
Tive alta no mês passado, mas me recusei a sair do hospital, só ia sair junto da minha mulher. Vê-la nessa cama estava acabando comigo, era como se enfiassem várias facas em meu peito e eu fosse obrigado a continuar vivendo com elas. O médico disse que ela estava se recuperando bem e que não tinha muitas esperanças de que ela iria acordar, isso fez com que eu me sentisse mais culpado. Se eu tivesse prestado mais atenção na estrada, nada disso teria acontecido, e agora eu poderia estar sentado na sala com minha mulher e meu irmão.Sentia tanta falta do Bryan, visitar seu túmulo não foi fácil e lidar com a dor da perda foi mais difícil do que imaginava. Quando perdi meus avós, uma parte de mim foi junto com eles e eu me tornei uma pessoa nem um pouco parecida com quem eles queriam que eu fosse, me envolvi com a Fruta e me envolvi com Jessy outra vez. Foi graças a ele que eu não desisti das coisas de que eu gostava, por exemplo, o basquete, ele me ajudou a reconquistar minha confiança e
Cuspindo um pouco de sangue, eu despertei, tudo estava turvo ao meu redor e Eve ainda discutia com Jessy, suas vozes não se passavam de um zunido irritante que fazia minha cabeça latejar. A bala em meu ombro parecia apenas um soco forte. Com muito esforço, eu me levantei, e a minha garota ainda estava do mesmo jeito na porta. Dando as costas para mim, ela sumiu pelo corredor. Os gritos de Eve estavam me dando mais dor de cabeça, então eu gritei:— Calem a boca as duas. — Do jeito que elas estavam, ficaram. Imóveis e caladas, elas simplesmente congelaram. — Meninas? — Cutuquei Eve, mas minha mão atravessou seu corpo, me assustando. Sussurros preencheram o cômodo e, mesmo que eu procurasse por todos os cantos, não encontrava de onde vinha. Decidido a procurar de onde vinham esses barulhos, eu saí do quarto e me deparei com o corredor todo branco e silencioso. Caminhei cambaleando por ele e fiz a curva para a direita, eu estava seguindo para o lado em que os sussurros pareciam mais alt
Dylan passou por mim enfurecido e correu em direção a ela, peguei a primeira coisa por perto e joguei em sua cabeça, o abajur fez com que ele ficasse desacordado no chão.— Como ele nos achou? — perguntou minha garota enquanto pegava nossa mochila e eu, as chaves do carro.— Não sei, mas não quero ficar para descobrir, tenho medo de que ele não tenha vindo sozinho. — Peguei sua mão e saímos correndo do hotel. Já dentro do carro escutamos disparos ricocheteando na traseira do veículo, era óbvio que ele estaria armado, por que raios eu não peguei minha arma na gaveta de casa? Pisei fundo no acelerador e corri o mais rápido que pude pela estrada, desviei de todos os carros que surgiram na minha frente, eu suava frio e nem conseguia olhar direito para minha garota ao meu lado, estava desesperado.— Ele está nos seguindo — ela disse e, logo em seguida, um carro bateu na traseira do nosso, olhei pelo retrovisor e vi Dylan apontando uma arma para minha cabeça.— Abaixa. — Assim que nos aba





Último capítulo