Ao me ver, ele desligou o telefone e se aproximou do fogão.
— Bom dia, Mar — saudou ele, me chamando pelo apelido carinhoso que ele me deu quando eu era mais nova. — Como se sente? Está melhor? — Apontou com a espátula para a cabeça. Eu contei a ele o que tinha acontecido naquele dia, não tudo, mas contei sobre brigar com alguém no banheiro, e ele acreditou.
— Ainda dói um pouco, mas me sinto um pouco melhor. — Peguei um copo que estava na mesa e me servi de um pouco de café. — Minha irmã saiu