Os dois estavam em prantos, chorando de forma dilacerante. A tristeza era tamanha que Beatriz, mesmo confusa, não pôde deixar de achar aqueles rostos familiares.
E, de repente, ligou-os às duas silhuetas que havia vislumbrado em seu sonho anterior.
— Bia, Bia... Minha filha... — A mulher caiu sobre a beira da cama, soluçando com a voz despedaçada. — A culpa é nossa, nós não conseguimos te encontrar a tempo... Deixamos que você sofresse tanto, que passasse por tantas dores...
Beatriz ouvia cada p