E, ao lado, ao ouvir as palavras “Pó do Êxtase”, Renato também parou instintivamente, comprimindo os lábios.
Ele conhecia muito bem o perigo desse pó químico, uma arma invisível, letal, popular no exterior, capaz de paralisar e destruir os nervos cerebrais.
Pó do Êxtase… Como o próprio nome sugere, basta inalar para entrar, sem dor, no chamado mundo da bem-aventurança.
Mas, pelo que sabia, quase não se encontrava essa substância no país, já que seu controle era extremamente rigoroso.
— Não preci