Renato lançou a Gabriel um olhar que parecia capaz de matá-lo ali mesmo. Era o tipo de olhar que só um irmão protetor lançaria, e a intensidade era absurda.
— Ahahaha... Sr. Gabriel, o senhor está melhor? Seu rosto ainda está inchado... Quer que eu ajude a aplicar gelo? — Disse Rafael, tentando mediar mais uma vez.
Ele se aproximou discretamente de Gabriel e, fora do campo de visão de Renato, começou a lançar olhares desesperados:
“Pelo amor de Deus, Sr. Gabriel, fica quieto! O senhor não perceb