— Então é verdade. — Renato ouviu Gabriel admitir.
— Mas a Vitória mereceu.
A última frase fez Renato levantar-se num rompante. A cadeira bateu contra a parede com um estrondo seco.
— Repete, se tiver coragem. — Disse ele, rangendo os dentes.
— Eu disse que a Vitória mereceu. Uma mulher venenosa como ela devia apodrecer na prisão. — Gabriel repetiu, elevando ainda mais o tom de voz.
Para ele, estava apenas dizendo a verdade.
— Tá na empresa agora, seu filho da puta? Então não corre, não! — Rosno