No Brasil, a noite passou rapidamente.
Eram oito da manhã quando Beatriz terminou um café da manhã simples, colocou uma mochila nas costas e saiu de casa.
Parou na calçada em frente ao condomínio, com o celular na mão, prestes a chamar um carro por aplicativo.
Ainda digitava o destino quando um sedã branco parou ao lado.
— Senhorita, vai pra onde? Posso te levar. — Disse o motorista, um homem de meia-idade, com o rosto simpático inclinado pela janela.
Beatriz levantou os olhos, ligeiramente surp