— Me desculpe, chefe, eu errei! Eu juro que nunca mais vou tomar decisões por conta própria! — Karine abaixou a cabeça quase até o peito, curvando-se num ângulo de trinta graus.
Esperou alguns segundos pelo sermão… Mas o silêncio permaneceu.
Arriscou erguer os olhos e, por trás da mesa, viu o patrão com uma expressão ausente, perdido em pensamentos.
— Você disse que a Letícia gosta de mim? — Renato finalmente quebrou o silêncio, a voz grave.
— O senhor não percebeu? — Karine piscou, surpresa.
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