“Mistério resolvido.
A culpa do mal-entendido não era de Beatriz.
Também não era de mim.
Era do maldito do Leonardo.
E ainda teve a cara de pau de aceitar um almoço grátis como se fosse a coisa mais normal do mundo!
Como conseguiu comer com tanta tranquilidade e consciência limpa?”
Eduardo estava com a expressão fechada, o rosto sério e duro como pedra. O olhar carregado de raiva fazia com que o funcionário à sua frente, que estava apresentando o relatório, começasse a falar cada vez mais baixo,