Aquele jeitinho frágil e choroso de Vitória fez Gabriel recobrar o juízo na hora. Ele rapidamente se aproximou para consolá-la:
— Não é culpa sua... Não chora. — Disse ele, com a voz suave, tentando acalmá-la.
Vitória soluçava baixinho, e Gabriel a guiou até o sofá da sala, abraçando-a com extremo cuidado, sussurrando palavras doces e carinhosas.
Na cozinha, Beatriz ouvia tudo. Aquelas palavras gentis... Aquela suavidade... Ele nunca tinha usado com ela.
Mas agora... Ela já não desejava mais nad