O silêncio no jato era quebrado apenas pelo som suave dos motores, um ritmo constante e reconfortante que preenchia o espaço ao nosso redor. Fernanda estava aconchegada ao meu lado, segurando minha mão com firmeza, e seu olhar alternava entre a janela e mim, com um sorriso que dizia mais do que qualquer palavra.
— Como se sente, amor? — Perguntei, observando o reflexo dela na janela enquanto o céu tingia-se de um laranja suave com o pôr do sol.
Ela se virou, os olhos brilhando, e apertou minha