Ainda olhando para o meu celular, sinto a sua mão pousar sobre a minha.
— Nanda... Você está bem? — A sua voz soava preocupada.
— Humn, oi! Estou. — Disfarcei, mas parece que foi em vão, ele conhecia o meu jeito, segurou o meu queixo o erguendo não me dando alternativas, a não ser encara-lo.
Ele ergueu as sobrancelhas e parecia não muito convencido.
— Não está nada bem, posso ter passado muito tempo distante, mas sei ler as suas feições, o que houve? — Os olhos desceram para o celular. — Quem