FERNANDA
Estava no quarto, vestida com o robe que Frederick quis que eu colocasse, mas a curiosidade falou mais alto; eu precisava saber quem era a pessoa que bateu à porta a essa hora, não era normal.
Me aproximei da sala e Frederick chamou um nome conhecido por mim: Izolda.
Não era um nome comum, ainda mais distante do meu país. Izolda, assim como eu, não nasceu em Paris. Ela me detestava e foi a outra modelo que veio juntamente comigo. Mesmo que as meninas não gostassem dela, era uma boa mod