Eu tô deitada no peito dele, nua, o corpo ainda quente e dolorido do que acabou de acontecer. A respiração dele tá calma agora, o braço pesado em cima do meu peito, a pele dele suada colada na minha. Eu sinto o coração dele batendo devagar contra o meu ouvido, e por um momento acho que vai ser assim: a gente quieto, juntos, processando o que rolou.
Eu espero que ele diga alguma coisa. Qualquer coisa. Um “tá tudo bem?”, um “você foi incrível”, um carinho no cabelo, um beijo na testa. Algo que