Essa voz fez a espinha de Juliana arrepiar, e instintivamente ela deu um passo para trás, mas alguém segurou seus pulsos.
George estava muito próximo, seus olhos exibiam um sorriso sinistro.
— Você tem medo de mim?
Juliana respondeu:
— Eu não tenho medo de você!
Com uma força surpreendente, Juliana se libertou das mãos de George e, com um movimento brusco, lhe deu um tapa.
Esse tapa liberou toda a frustração e o ressentimento que ela sentia no peito. George, esse homem descarado que a tratava co