Juliana não conseguia evitar o olhar de Alexandre, cujos olhos exibiam uma seriedade incontornável:
— Eu não gosto de dever nada a ninguém, muito menos dívidas sentimentais. Juliana, meu coração pertence somente a você, pertenceu no passado, pertence no presente e continuará a pertencer no futuro.
— Alexandre, eu não acredito em amor. — Disse Juliana, com um tom indiferente. — Se fosse no passado, talvez eu pudesse me apaixonar por você, mas agora, não quero me apaixonar facilmente por ninguém.