Essas palavras, outrora ditas por Gustavo a ela numa vida passada, agora eram proferidas por Juliana, invertendo os papéis de sofrimento.
Juliana reprimiu um sorriso:
— Vamos embora.
Alexandre apenas levantou a mão, e um grupo de pessoas começou a recuar.
Gustavo, sem desistir, tentou segui-los, mas foi impedido por Marcelo:
— Presidente Gustavo! Não pode segui-lo, aquele é o Alexandre!
Gustavo exclamou:
— Aqui em Castanda, eu sou o que manda! O que é Alexandre perto disso?
Marcelo respondeu:
—