Gisela controlava a raiva que queimava em seu peito e deu um passo à frente. — Mariana.
Mariana a observou e, pela primeira vez, percebeu que, quando se foi forte o suficiente, ninguém e nada podia se tornar um demônio interior.
Ela sorriu. — O que você quer, afinal?
Ver aquele sorriso autêntico e brilhante fez Gisela desejar o arrancar de seu rosto.
Mas ela teve que engolir sua raiva e forçar a voz a sair: — Estou aqui para pedir o seu perdão.
Mariana sabia exatamente o que estava acontecendo,