— Leonardo! — Débora olhou para ele, surpresa. — Você sempre me dá rosas vermelhas. Por que hoje são brancas?
Leonardo não respondeu. Permaneceu em silêncio, observando as rosas brancas que a funcionária estava embrulhando.
— Melina aceitou fazer a cirurgia amanhã. Vou levar o buquê para casa e confortá-la. Além disso, você não vive dizendo que rosas são cafonas?
Débora ficou paralisada. Ela encarou fixamente o perfil bonito de Leonardo. Seus olhos baixos e suas feições continuavam tão atraentes