— Está bem. Débora deve assumir a responsabilidade e pedir demissão. A parceria continua. Fora isso, não há nada para negociar.
— O quê?! — Débora arregalou os olhos, incrédula, sentindo a raiva subir diretamente à cabeça.
De repente, lembrou-se das últimas palavras de Melina.
Será que Celso havia mudado de atitude, de repente, não por causa do seu erro, mas porque Melina estava tramando contra ela pelas costas?
Não, impossível!
Celso era apenas colega de faculdade de Melina, não seu cachorro. C