Na porta da sala de emergência do hospital. Leonardo estava coberto de sangue, tremendo sem parar. O corpo de Débora havia sangrado sem cessar, impossível de estancar. A cena era aterrorizante.
Sua mente zumbia, completamente vazia.
O choro de Clarinha ecoava pelo corredor, mas Leonardo parecia estar no vácuo, até respirar era difícil.
Só quando Lúcia chegou cambaleando é que ele voltou a si, como se despertasse de um sonho, agarrando o pescoço dela.
— Dona Lúcia, o que a Débora comeu?!
— Senhor