Evangeline já tinha devorado um taco inteiro, sem pensar em quem estava a assistindo comer. E era exatamente isso que Alec fazia, ele a assistia comer.
Eles estavam sentados em uma cadeira de madeira, que toda hora se balançava, devido o buraco que tinha na calçada. Ele observava Evangeline comer aquela massa crocante, com o recheio duvidoso que escorria pelos seus dedos.
— Alec, come! — ela pede, largando o pedaço que ainda restava do taco de carne assada que ela comia. — Eu juro, que é uma