ZAIA
Pisei no freio, aguardando os seguranças destrancarem os grandes portões que levavam à entrada de nossa casa e assim que abriram, continuei a dirigir.
“Boa noite, senhora”, disse o segurança noturno, tirando o chapéu para mim.
“Boa noite, Aaron”, respondi, abrindo a janela do carro.
Olhei para a casa assim que ficou visível para mim. As luzes das janelas do andar de cima estavam acesas e devido ao calor, algumas janelas estavam abertas.
O som da risada de uma criança chegou aos meus ou