A luz pálida da manhã começava a filtrar-se pelas persianas da suíte hospitalar. Dmitri já estava de pé, impecável em seu terno cinza-chumbo, ajustando as abotoaduras com a precisão de um soldado. Ele acabara de desligar o telefone com Louise, garantindo o café da manhã, fez questão de pedir itens especiais para Lizzy. Pela recuperação é claro.
Antes de cruzar a porta, seus olhos se voltaram para a cama da menina. Ele parou abruptamente. Ela se parecia muito com a mãe. Lizzy dormia profundame