Amélia sentiu a tensão deixar seus ombros. As mãos de Dmitri desceram para suas costas, massageando a musculatura rígida com uma paciência possessiva. Ela se agarrou às lapelas do terno dele, entregando-se àquela âncora de segurança que ele representava.
— Melhor?
Ele perguntou, afastando-se apenas alguns milímetros, os olhos fixos nos dela.
— Muito melhor...
Ela admitiu, com um pequeno sorriso surgindo finalmente.
- Vou cuidar de tudo... eles não vão ficar muito tempo por aqui...