A escuridão era total, Amélia não sabia quanto tempo rodou no furgão, apenas tudo escuro. Sua cabeça latejava e o ar ao seu redor era abafado, com cheiro de mofo e madeira velha. Quando abriu os olhos, percebeu que estava em um quarto pequeno, sem janelas, iluminado apenas por uma lâmpada nua que balançava no teto.
A porta de tábuas brutas rangeu e um dos homens entrou. Ele tinha um olhar predatório e falava em um idioma estranho, uma mistura de dialetos que ela não conseguia identificar.
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