O táxi passou por ruas movimentadas e cheias de vida.
Eu me recostei no banco de trás, enquanto a luz do sol atravessava o vidro e se espalhava pelo meu rosto.
Parecia que eu já estava insensível a essa doçura do calor.
O verdadeiro aconchego tinha sido enterrado junto com a partida de minha mãe e da criança.
O motorista era um senhor idoso, que me observou algumas vezes pelo retrovisor.
Então ele disse: — Moça, não olhe para trás, olhe para frente.
Ele disse exatamente o que eu sentia, olhar pa