O local onde o povo pária está é quase um pântano. O cheiro de umidade, musgo e tristeza é quase um só.
Ronan estaciona o carro na parte mais plana e seca que há no local.
“Obrigado por estar aqui comigo.” Ronan agradece de forma gentil.
“Somos parceiros agora. Eu vou aonde você for.” Respondo com sinceridade na voz.
Um sorriso curto surge nos lábios dele antes de ele me beijar com ternura.
Saímos do carro e, aos poucos, eu consigo captar o cheiro das outras pessoas. Ronan vai à frente, no modo