Nyla
Minha mãe está praticamente só o pó. A pele está servindo mais como uma roupa para cobrir seus ossos do que qualquer outra coisa.
Meu coração se aperta e lágrimas escorrem pelo meu rosto.
“Nyla... o que faz aqui?” Mamãe diz baixinho e fraca.
Me agacho na direção dela e, por um instante, fico apreensiva de tocá-la, com medo de que qualquer toque meu possa quebrá-la.
Kayla, por sua vez, estende a mão para mim, seus dedos longos e ossudos estão frios e rígidos. Mesmo assim, o toque dela me aq