O céu parecia mais escuro do que deveria.
Mesmo com o dia ainda presente, nuvens densas cobriam tudo, como se o próprio mundo estivesse reagindo ao que acabara de acontecer.
Beatriz não conseguia desviar o olhar do prédio.
Sirenas ecoavam.
Helicópteros sobrevoavam.
Pessoas corriam.
E tudo o que ela conseguia pensar era em uma única coisa:
Helena ainda estava lá dentro.
— A gente precisa voltar — disse, de repente.
Lorenzo segurou o braço dela.
— Não.
— Eu não vou deixar ela!
— Você