O sol do domingo brilhou nas janelas da minha sala, uma luz suave que desenhava as pernas da cadeira no tapete. Primeiro, Michael soltou um gemido baixo. Em seguida, mexeu os pés para fora do sofá, os olhos ainda lutando contra a claridade. Perguntava-se quem afastou as cortinas. Não se lembrava que fora ele mesmo, menos ainda onde passou a noite.
— Ah, que dor de cabeça.
Foram 30 segundos para se sentar, alongar os braços e olhar em volta. Então franziu as sobrancelhas.
— Mas que lugar é esse?