— Leve-a imediatamente para o trabalho, Lorena. Há muitas coisas para fazer nesta casa e não podemos perder tempo com isso.
Vendo que a patroa falava mesmo sério, Lorena olhou para Sara, ainda confusa, e disse:
— Venha comigo, senhora. — Disse num tom de respeito.
— Não a chame de senhora! — corrigiu Constança, impaciente. — Nesta casa, ela não é ninguém. Chame-a pelo nome ou, se quiser soar mais íntima, chame-a de feiosa, por ser isso que ela é.
Lorena respirou fundo e pediu que Sara a seguiss