15: Humilhação gratuita
Odete arregalou os olhos ao ouvir o que a mulher acabara de dizer e ficou paralisada por alguns segundos, me encarando como se esperasse que eu reagisse. Mas eu não disse nada. Afinal, o que poderia dizer?

Nem eu sabia o que estava fazendo naquela casa.

— O que está esperando? — Constança gritou, vendo que Odete não se movia.

— Estou indo agora mesmo, senhora — respondeu ela, saindo do quarto.

Apressada, Odete atravessou o corredor em direção à lavanderia dos empregados. Mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, foi surpreendida por Lorena, que bloqueou seu caminho com um olhar cortante, quase acusador.

— Onde pensa que está indo? — Lorena perguntou, curiosa.

— A senhora Constança pediu que eu pegasse um uniforme.

— Uniforme? — Arqueou uma sobrancelha, confusa. — Para quem? Por acaso vai chegar algum empregado aqui e eu não sei?

— Não é isso. Ela pediu que eu levasse para a senhorita Sara.

— Sara? — Surpresa, ela se aproximou mais. — A mulher que o Renato trouxe para casa ontem à noi
Célia Oliveira

Espero que estejam gostando da história…

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Valdineia Carvalhonão estou gostando, pois nos tempos que vivemos não acredito que uma pessoa aceite este comportamento sem lutar, vcs estão criando estórias na qual a mulher ainda vive sobre as decisões do homem o que faz com eles continuem matando, criem um romance no qual exista direitos iguais.
Cleidiane SantosEstou amando a história, mais confesso que tô com peninha da Sara
Elena Vianaestou amando muito
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