POV CELESTE
—Espere! Por favor, espere! —gritei com todas as minhas forças e corri para o ponto de ônibus. Mas o motorista não me ouviu e fechou a porta.
—Não! —gemei decepcionada, tremendo e sem fôlego. O ônibus foi embora quando eu estava a apenas alguns passos do ponto. Agora teria que esperar mais dez ou quinze minutos pelo próximo ônibus. Chegaria atrasada para o trabalho, algo que nunca havia acontecido. Ontem à noite, eu estava tão cansada que adormeci. Que tola fui ao esquecer de coloca