— Rosa… o gatão das rosas já passou pra pegar o buquê? — Dona Regina perguntou, se divertindo com a própria frase. O sorriso dela tinha aquele brilho de criança levada, esperando o resultado de uma travessura.
Rosa desviou os olhos do arranjo por um instante.
— Já, sim, dona Regina. Acabou de sair.
— Ah, então você também concorda comigo… — Dona Regina insistiu, apoiando os cotovelos no balcão. — O rapaz é um pão, como a gente dizia na minha época. Se eu fosse solteira…
Rosa soltou um riso curto